O cibercrime já afectou um quinto dos europeus, diz um novo estudo. Cerca de 22 por cento dos 7 mil utilizadores de PC inquiridos pela Ipsos, a pedido da AVG Technologies, já foram alvo de ataques através da Internet.
Os italianos são os que demonstram maior taxa de utilizadores afectados (32 por cento), seguidos pelos britânicos (31 por cento). O estudo mostra ainda que 34 por cento dos inquiridos acreditam que é mais provável virem a ser alvo do cibercrime do que serem roubados (25 por cento), verem a sua casa invadida (22 por cento) ou serem atacados (19 por cento).
Citado pela Vnunet, JR Smith, CEO da AVG Technologies, refere que "no espaço de poucos anos a natureza das ameaças deixou de ser uma brincadeira e passou a ser uma actividade criminal" efectuada por profissionais. O responsável frisa que o desafio agora é levar aos utilizadores mecanismos que lhes garantam confiança nos serviços, algo difícil tendo em conta que, actualmente, a linha que distingue as condutas seguras online é muito ténue.
A AVG está a cooperar com as iniciativas da European Network and Information Security Agency e já apelou à indústria para que todos os players colaborem de forma a tornar a Internet um espaço seguro para os negócios globais.
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Uma análise da Ipsos indica que um em cada cinco europeus já foi alvo de crimes através da Internet. A tendência é mais visível junto dos italianos e dos britânicos embora preocupe mais de um terço dos europeus, mostra o estudo.
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