Esta será a maior fuga de dados pessoais de autarcas europeus, afetando mais de 11 câmaras que se candidataram aos apoios europeus, entre os quais 241 autarquias portuguesas, como adianta hoje o Jornal de Notícias. Através de uma falha informática, ficaram expostas as moradas, números de telefone, passaportes e cartões de cidadão de milhares de políticos europeus, mas também de funcionários, assim como informação relativa às empresas de telecomunicações que seriam contratadas.
As inscrições para o WIFI4EU foram abertas em maio e funcionavam numa base de prioridade para quem se inscrevesse primeiro, e por isso logo nas primeiras horas foram entregues milhares de candidaturas de municípios que queriam ter acesso a este financiamento. Quatro horas depois o site foi encerrado por "problemas técnicos". Afinal tratava-se de uma falha de segurança e um relatório revela agora a fuga de dados massiva.
Hoje voltam a estar disponíveis as candidaturas online, que podem ser feitas a partir das 12 horas, seguindo os mesmos princípios de atribuição do primeiro bloco de financiamento aos mais rápidos, isto apesar de existirem quotas máximas de candidaturas por país.
As cidades escolhidas vão receber um vale de 15 mil euros da União Europeia para instalar postos de acesso gratuito à internet em locais públicos, como praças, jardins ou bibliotecas e Hospitais. Até 2020 a Comissão Europeia vai atribuir 120 milhões de euros para este projeto, que foi dinamizado pelo eurodeputado português Carlos Zorrinho.
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