As contas feitas pela unidade de comércio de desenvolvimento da Organização das Nações Unidas (UNCTAD) levam à previsão de que as vendas relacionadas com o comércio eletrónico tenham atingido os 25,6 biliões de dólares globalmente, comparativamente aos 23,8 biliões do ano anterior.

De acordo com a análise, o valor estimado das vendas de ecommerce para 2018, que inclui vendas business-to-business (B2B) e business-to-consumer (B2C), foi equivalente a 30% do PIB mundial.

O setor do B2B terá representado 21 biliões do valor total (83%), enquanto o B2C foi avaliado em 4,4, biliões, num aumento de 16% em relação a 2017. As vendas cross border terão sido responsáveis por 404 mil milhões em 2018, subindo 7% na comparação com o ano anterior.

Os Estados Unidos continuaram a dominar o mercado mundial, seguidos do Japão e da China. Já o top das maiores empresas de ecommerce era liderado pela chinesa Alibaba, seguida pela norte-americana Amazon. O top 5 completava-se, por esta ordem, com a chinesa JD.com e pelas norte-americanas Expedia e eBay.

Um quarto da população mundial fez compras online

A UNCTAD estima que 1,45 mil milhões de pessoas tenham feito compras online em 2018 - ou o mesmo que dizer, um quarto da população mundial com 15 e mais anos. O valor representa uma subida de 9% face aos números de 2017.

A China foi o país com maior número de ciberconsumidores: 610 milhões. Os dados do relatório revelam ainda que, embora muitos comprem principalmente em lojas nacionais, cerca de 330 milhões optaram por fazer compras em sites de outros países.

A parcela de ciberconsumidores transfronteiriços passou, assim, de 17% em 2016 para 23% em 2018.

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