A empresa de Coimbra reage em comunicado à notícia publicada este fim-de-semana pela Lusa onde era indicado que que o projeto de melhoria da plataforma tecnológica da justiça adjudicado à empresa não chegou a ser concretizado pela tecnológica, acabando por ser executado por uma equipa interna do Ministério da Justiça.



Em causa está um contrato de 950 mil euros assinado em 2010, e realizado por ajuste direto, para a inclusão de novas funcionalidades na plataforma e melhorias de segurança. Na informação publicada pela Lusa refere-se que a proposta da tecnológica de Coimbra acabou por não ser totalmente implementado, citando-se um relatório do já extinto ITIJ referindo que o projeto não satisfazia os requisitos necessários.



Na nota de reação, a Critical garante que o projeto foi realizado dentro do tempo previsto e pago na íntegra à empresa. "Este projeto foi completa e cabalmente concretizado, formalmente aceite pelo Ministério da Justiça e, como estava previsto, implementado em alguns tribunais do país. A sua conclusão, e início de utilização do software, ocorreu em 28 de Junho de 2011", garante-se na nota.



A mesma fonte esclarece que "a partir de 28 de junho de 2011, a Critical Software deixou de ter qualquer responsabilidade sobre o referido projeto e suas futuras evoluções, executando o estabelecido no normal período de garantia".



Com estas declarações a empresa pretende deixar claro que após aquela data não teve outras responsabilidades na atualização do Citius nem esteve envolvida na sua extensão a toda a rede nacional de tribunais, como a notícia também diz que foi decidido pelo Governo recentemente.



Na informação publicada pela Lusa são referidos desenvolvimentos posteriores e uma nova adjudicação de 70 mil euros para fazer o roll out do projeto para um número maior de tribunais que o inicialmente abrangido. A Critical garante que este negócio já não a envolve.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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