Ainda recentemente a maior parte das start-ups da área da tecnologia - nomeadamente, empresas de telecomunicações e de software - se debatia por integrar a "fórmula" dotcom na sua denominação, de modo a associar a sua marca ao boom que se verificava nas empresas Internet e chamando assim a atenção dos investidores. Mas durante o ano passado a adopção de tal termo parece ter caído em desuso.
Na sua última análise anual às Ofertas Publicas de Venda Inicial realizadas nos Estados Unidos, denominada 2001 IPO Scorecard, a consultora Hoover's não registou uma única entrada em bolsa de empresas que tivessem "dotcom" no seu nome, quando no ano 2000, em analise idêntica, se tinham verificado 12 registos e em 1999, 22.
Isto apesar de no mercado bolsista norte-americano se terem registado 87 OPVs iniciais, avaliadas conjuntamente em 39 mil milhões de dólares (43,7 mil milhões de euros ou 8,7 mil milhões de contos), segundo o indicado pelo mesmo IPO Scorecard de 2001.
Enquanto ainda não tinham adicionado a parte dotcom ao seu nome, a Hoover's registou algumas OPVs de sucesso em 2001 nos Estados Unidos, como a da Magma Design Automation ou a da Nassda, fornecedores de software para a concepção de chips, e a LogicVision, por exemplo.
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