Os objetivos propostos pelo Grupo de Líderes da Eletrónica (ELG) podem ser atingidos até 2024 segundo as previsões do mesmo. O objetivo passa por reforçar os segmentos onde a Europa já é um player importante - como o sector da energia, automação industrial e segurança - e garantir uma posição de peso em tendências emergentes.

A Internet das Coisas e os mercados Smart-X - como são chamados pela UE e onde se englobam as casas, os dispositivos e as redes inteligentes de energia - são vistos como os dois grupos onde os fabricantes podem crescer e agarrar uma fatia considerável do mercado.

Voltar a ganhar importância no segmento mobile e das telecomunicações é outras das propostas avançadas pelo ELG, que projeta uma capacidade de absorção de 20% do crescimento que este segmento vai conhecer nos próximos anos.

O Grupo de Líderes da Eletrónica entregou recentemente a análise que fez ao mercado europeu, mas só em meados de 2014 é que deve entregar o plano com propostas detalhadas sobre o que precisa de mudar e onde se deve investir para que as metas sejam cumpridas.

A União Europeia vai disponibilizar 100 mil milhões de euros para que os objetivos no ramo da nanoeletrónica e dos semicondutores possam ser atingidos. Espera-se também conseguir a criação de 250 mil novos postos de trabalho.


Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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