O cracker norte-americano acusado de roubar dados de 130 milhões de cartões multibanco chegou a um acordo que prevê a apliação de uma pena de prisão entre 15 e 25 anos, avançava a imprensa internacional.


De acordo com o documento oficial, ser-lhe-ão também confiscados 1,65 milhões de dólares (cerca de 1,15 milhões de euros) em dinheiro, uma casa em Miami, um automóvel, jóias e gadgets.


Albert González, de 28 anos, confessou a autoria de 19 das acusações que pendiam sobre si no caso envolvendo o roubo de dados de mais de 130 milhões de cartões multibanco.


Aquele que é já considerado o "maior caso de roubo de identidade da história dos EUA" envolve cartões de crédito e débito de variadas empresas, escolhidas entre as 500 maiores do mundo (segundo a lista da Fortune).



O arguido, que chegou a colaborar com os Serviços Secretos norte-americanos, é acusado de conspiração, fraude electrónica e roubo de identidade agravado. Entre as empresas visadas encontram-se nomes como a TJX, Dave & Busters, Barnes & Noble, Sports Authority, Forever 21 e DWS, OfficeMax, Boston Market, BJ's Wholesale Club.

González estudou, juntamente com dois cúmplices, os sistemas de pagamento destas empresas para entrar neles e roubar dados dos cartões de crédito ou débito dos clientes. O objectivo seguinte era vender os dados conseguidos.

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