No primeiro dia na bolsa a empresa que gere a rede social profissional LinkedIn fez lembrar a euforia de outros tempos em torno das empresas de tecnologias. Na abertura da sessão as acções da empresa valiam 83 dólares, um valor que quase duplicou os 45 dólares da oferta inicial. Ao longo do dia o preço foi subindo e acabou por atingir um valor máximo de 122 dólares, fechando já abaixo disso nos 109 dólares.


Vale a pena sublinhar que o trajecto da empresa no primeiro dia em que as acções foram negociadas atirou-a para um valor próximo 9 mil milhões de dólares. Só na primeira sessão em Wall Street foram negociadas 30 milhões de acções.


Na lista de próximos candidatos a mais um teste ao interesse dos investidores nas empresas tecnológicas estão o Facebook - sobre quem muito se tem escrito a este propósito -, o Twitter, a Groupon ou a Zynga.


No primeiro trimestre do ano o LinkedIn garantiu receitas de 93,9 milhões de dólares, 110 por cento mais que há um ano atrás. A maioria das receitas chegam por via das 3.900 empresas que usam o serviço para contratar. A publicidade assegura 33 por cento e as subscrições Premium 25 por cento.


Na totalidade o LinkedIn soma 102 milhões de subscritores, o triplo do número de subscritores registado em Dezembro de 2008. Mais de metade (56 por cento) estão fora dos Estados Unidos.

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