A PararRede terminou o primeiro trimestre do ano com um lucro de 104 mil euros. O valor permitiu à empresa liderada por Pedro Rebelo Pinto acumular um crescimento de 73 por cento nos resultados líquidos apurados para o período.



O volume de negócios da empresa fixou-se nos 11,5 milhões de euros, ligeiramente abaixo dos 13,2 milhões obtidos no mesmo período do ano passado, enquanto o resulto operacional bruto se situou nos 445 mil euros. A unidade de integração de infra-estruturas captou a maior percentagem de receitas, 4,6 milhões de euros. Nota positiva também para a área multivendor onde a empresa facturou 3,1 milhões de euros e para a área de outsourcing que facturou 1 milhão de euros.



Recorde-se que no ano passado a ParaRede levou a cabo uma reorganização da sua estrutura organizativa substituindo as três áreas em que se organizava (infra-estruturas, tecnologias e serviços) por seis novas áreas: suporte multivendor, pagamentos electrónicos, arquitectura e desenvolvimento, integração de infra-estruturas, outsourcing e consultoria TI.



Os resultados obtidos pela ParaRede no trimestre não contemplam os novos activos: a Sol-S, a Solsuni e a ByteCode recentemente adquirida pela empresa.



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