O United Nations Global Compact (UNGC) criou uma rede internacional de aceleração para promover o desenvolvimento de soluções tecnológicas que fomentem a sustentabilidade dos oceanos. A iniciativa vai desenvolver o seu trabalho durante os próximos 24 meses, com a apresentação dos primeiros resultados previstos para Junho de 2020, durante a Conferência dos Oceanos da ONU que decorrerá, em Lisboa.

As entidades fundadoras da Ocean Accelerator Network atuam de forma complementar nas áreas de inovação e de tecnologia para a sustentabilidade nos oceanos, entre as quais se inclui o CEiiA - Centro de Engenharia e Desenvolvimento de Produto.

As outras parceiras selecionadas foram a Envisible (EUA), o Katapult Ocean (Noruega), o MIT (EUA), a Sea Ahead (EUA) e a Startup Chile (Chile). Até ao final do ano serão envolvidas mais três instituições, uma provenientes de Japão, Singapura e África do Sul.

Na rede, o CEiiA será responsável pelo processo de desenvolvimento de novos produtos e serviços, enquanto as suas parceiras ficaram com áreas como análise de mercados, identificação de problemas ou desenvolvimento de modelos de negócio.

O responsável pela plataforma Sustainable Ocean Business da ONU, Erik Giercksky, afirma que “a criação de uma rede internacional de aceleração de inovação é determinante para a ligação do setor privado ao mundo académico e ao universo de empreendedores e startups e que seguramente os esforços conjuntos serão muito interessantes e positivos para um oceano mais sustentável, de acordo com a Agenda 2030 da ONU”.

Erik Giercksky considera ainda que “o envolvimento do CEiiA será determinante para o êxito desta iniciativa, não só pelas competências de engenharia e desenvolvimento de produto, mas também por um histórico de trabalho colaborativo e de criação de ecossistemas de inovação e na apresentação de resultados disruptivos já na conferência dos Oceanos de 2020 da ONU, em Lisboa”.

Para José Rui Felizardo, CEO do CEiiA, “a participação na plataforma Sustainable Ocean Business representa o reconhecimento do trabalho do nosso país, e em particular do CEiiA, na área dos oceanos e permitirá criar novas oportunidades de negócio para a tecnologia desenvolvida, em Portugal”.

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