A confirmação da antecipação do período de guarda das regras da concorrência para aprovação do negócio é considerada pelos responsáveis da Nokia e da Alcatel-Lucent como um passo positivo para a conclusão da transação.

Depois dos rumores, a Nokia
confirmou em abril a sua intenção de comprar a Alcatel-Lucent por 15,6 mil milhões de dólares, criando o maior fabricante mundial de equipamentos para redes móveis.

A nova empresa será detida em 33,5% pelos atuais acionistas da Alcatel-Lucent e em 66,5% dos acionistas da Nokia, assumindo o atual CEO da empresa finlandesa a direção executiva.

As duas partes confirmam que estão a fazer progressos no processo de aprovação regulatória que ainda está pendente em algumas áreas relevantes, tendo obtido já luz verde no Brasil e na Sérvia.

A expectativa é que o negócio esteja concluído na primeira metade de 2016,mas falta também a aprovação dos acionistas da Nokia.

Em termos de posição de mercado a fusão é apontada como altamente favorável. A concorrência com a sueca Ericsson e a emergente Huawei, de origem chinesa, tem sido a principal guerra das duas empresas, que nos últimos anos têm perdido quota de mercado, sendo que a racionalização de recursos e a força da combinação de competências poderá contrariar este percurso.

A Nokia vendeu em 2013 a divisão de telemóveis à Microsoft e passou a centrar o negócio sobretudo nos serviços de rede, mapas (HERE) e serviços empresariais, sendo que a primeira das três áreas é a mais forte.

Nesta área das redes a Nokia e a Siemens mantiveram durante vários anos (desde 2007) uma parceria que deu origem à Nokia Siemens Networks. Em 2013 a fabricante alemã saiu da joint-venture, a Nokia passou a deter a companhia a 100% e a designá-la por Nokia Solutions and Networks.

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