“Para onde vai o mundo está aberto a debate, mas como nos preparamos não está: com cloud computing, big data, analítica, Inteligência Artificial, Internet of Things e muito mais. A Oracle está lá”. Foi com esta mensagem com que Andrew Sutherland abriu o seu keynote no ExCel de Londres.

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O senior vice president de Systems & Technology para a Oracle EMEA e APAC trouxe para a mesa de discussão do OpenWorld Europe as tecnologias inovadoras que a gigante tecnológica tem em mãos para ajudar as empresas a enfrentarem os vários desafios disruptivos dos seus negócios, de que fazem parte as já mencionadas, mas também blockchain ou machine learning.

“Todas estas tecnologias estão a conduzir a grandes mudanças no mundo que nos rodeia, a fazer-nos repensar as nossas relações, com os clientes, fornecedores e até mesmo uns com os outros, como indivíduos. São disruptivas para uma data de indústrias”.

Para Andrew Sutherland, estas mudanças têm sido conduzidas por um ritmo mais acelerado do que tudo o que assistimos até agora. “As pessoas conectam-se mais rapidamente, criam melhores equipas melhores mais rapidamente, identificam competências, temos ambientes de colaboração mais ricos e tudo isso leva-nos à inovação”.

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Vive-se uma era de redefinição: da forma como as empresas funcionam e de como as pessoas trabalham e vivem, “um período extraordinário de oportunidades, mas ao mesmo tempo de desafios”. O objetivo é tornar tudo mais eficiente, “ e a Oracle faz parte desta “família” que quer usar estas tecnologias inovadoras para dar respostas e oferecer benefícios”.

Uma base de dados autónoma no centro de tudo

Andrew Sutherland destacou o papel que a Oracle tem desempenhado desde sempre na criação de ferramentas para ajudar os seus clientes “a focarem-se no que fazem de melhor”. Essas ferramentas surgiram na forma de aplicações empresariais, de plataformas e de bases de dados e agora evoluíram. “Estamos a mudar todos estes conceitos, integrando tecnologias como IA ou machine learning e levando tudo para a nuvem”.

Nesta evolução de conceitos, a “joia da coroa” é a Oracle Autonomous Database, “por tudo o que é capaz de oferecer”, ao assumir tarefas rotineiras e acessórias, como a otimização, reparação ou até instalação de patches de segurança, e deixar para as empresas as tarefas que realmente agregam valor ao negócio.

A redução de custos, a diminuição de risco e a possibilidade de focus na inovação são as principais vantagens, apontou Andrew Sutherland.

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