Portugal e a China assinam esta semana um memorando de entendimento que estabelece os termos de uma cooperação entre os dois países na área da investigação. O acordo dará em breve origem a um centro de investigação conjunto na área dos materiais avançados. É a segunda iniciativa de cooperação assinada entre os dois países.



O acordo entre os dois países será assinado esta quinta-feira, durante uma visita oficial de Nuno Crato à China. O ministro da educação e ciência vai estar cinco dias naquele país asiático e, para além de encontros com o presidente Wan Gang, tem eventos agendados com os responsáveis da Academia de Ciências Médicas e do Instituto de Física da Academia de Ciências da China.



A assinatura do acordo, marcado para a capital da província de Zhejiang, Hangzhou, será um dos pontos altos da viagem. A assinatura do memorando acontece na quinta-feira e a operacionalização do centro "muito em breve", adiantou Nuno Crato em declarações à Lusa, ainda antes de ter saído de Lisboa.



Na comitiva do ministro português seguiu também o presidente da Fundação para a Ciência e Tecnologia, Miguel Seabra, e representantes de 14 instituições nacionais, onde se incluem o Instituto Superior Técnico, Universidade Nova de Lisboa, Centro de Ciências do Mar da Universidade do Algarve, Instituto de Engenharia Biomédica ou o Laboratório Ibérico de Nanotecnologia.



Em junho, em Lisboa, Nuno Crato e Wan Gang já tinham assinado um memorando que tinha como objetivo fomentar a cooperação científica entre os dois países, uma iniciativa que pretende envolver universidades, empresas e centros de investigação.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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