Para que o negócio se concretize, a Sprint vai pagar 40 dólares por cada ação da T-Mobile US, reforçando a posição de ambas as companhias no mercado norte-americano, mas reduzindo o número de opções à disposição dos consumidores. Essa alteração sujeita o negócio à apreciação da Comissão Federal do Comércio, que há três anos bloqueou a compra da T-Mobile pela AT&T.



Neste momento, Sprint e T-Mobile ocupam a terceira e quarta posição no mercado norte-americano de telecomunicações. Com mais clientes e mais negócio têm apenas à frente a Verizon e a AT&T.



O valor a que as empresas terão chegado para concretizar um negócio há muito esperado representa um prémio de 17% relativamente ao valor das ações da T-Mobile esta quarta-feira, avaliando a companhia nos 32 mil milhões de dólares, o equivalente a 23 mil milhões de euros.



A Sprint é detida pela japonesa Softbank, enquanto a T-Mobile é controlada pela Deutsche Telekom, que detém 67% do seu capital.



A Reuters é um dos meios que está a avançar a notícia do acordo entre os dois gigantes para a fusão das operadoras. A agência garante que os detalhes da operação continuarão a ser negociados nos próximos dias, até que o negócio seja oficialmente apresentado.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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