A notícia, que está a ser avançada pelo jornal Estadão de São Paulo, indica que as atenções do grupo britânico estão centradas na Vivo, TIM, ou Claro, mas destaca a Tim, que conta com uma quota de mercado de 26,9%, como alvo preferencial de uma oferta.



A Vodafone tem vindo a reorganizar posições em diversos mercados, protagonizando algumas das maiores operações do sector realizadas nos últimos meses. Neste âmbito destaca-se a venda da posição na americana Verizon, ainda no ano passado, num negócio que envolveu 130 mil milhões de dólares. Destaca-se ainda a compra da Ono em Espanha, que aconteceu mais recentemente e que obrigou a empresa a desembolsar mais de 7 mil milhões de euros.



No Brasil a Vodafone ainda não está, ao contrário de outros grandes operadores europeus, como a Telefónica, a Telecom Itália (que controla a TIM) ou a Portugal Telecom, que há vários anos investem naquele país da América Latina.



O interesse no mercado brasileiro, garante a agência noticiosa, é forte, e acontecer será feito com a tomada de uma posição de controlo numa das três empresas de referência do sector.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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