As estratégias que permitem às empresas integrar os dispositivos portáteis dos colaboradores nas suas redes fazem parte das tendências que a consultoras apontam como pontos-chave no futuro das tecnologias. Em vez de comprarem telemóveis, portáteis e tablets que depois têm de gerir, cada vez mis empresas optam pelo Bring Your Own Device (BYOD), aceitando os dispositivos dos empregados e integrando-os nas suas políticas de gestão de equipamentos, acessos à rede e aplicações.

A Cisco é uma das empresas que apostou neste conceito, aplicando-o internamente e integrando-a sua oferta comercial em consonância com a multiplicidade de soluções de gestão de infraestrutura, segurança e aplicações do seu portfólio.

A aposta tem-se refletido de forma positiva nos resultados da empresa, defendeu hoje Nuno Ferraz de Carvalho, diretor geral da operação portuguesa, num encontro com jornalistas.

"As áreas de maior crescimento na Cisco são o SP Video, Cloud e Mobilidade, e Portugal está alinhado com os mesmos padrões", refere. Apesar de não poder divulgar números da operação portuguesa, Nuno Carvalho garante que estas três áreas foram as que apresentaram maior crescimento também em Portugal, a dois dígitos.

Segundo o responsável pela operação portuguesa, as organizações nacionais mostram muito interesse no conceito, não só as grandes empresas mas também as companhias de média e mesmo pequena dimensão. "O que vemos é o mid-market mais sensível porque estas empresas são mais ágeis e percebem que podem tirar maior partido da mobilidade", admite.

Sem referir nomes, Rui Brás Fernandes, Borderless Networks Leader da Cisco, avançou ao TeK que entre as organizações que já estão a implementar soluções de BYOD em Portugal se contam operadores de telecomunicações, indústria, advogados e que em breve a Cisco estará em condições de comunicar uma implementação de grande dimensão num banco português.

Para além de clientes os operadores de telecomunicações são também parceiros da Cisco na comercialização destas soluções, existindo uma visão conjunta e sinergias que a empresa norte-americana quer explorar.

"Os operadores são um parceiro mais importantes nesta área e estamos a montar uma operação com eles, mas há clientes que já têm a infraestrutura montada e só precisam da solução, recorrendo a outros parceiros da Cisco", explica Nuno Carvalho.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

Nota da Redação: Foi feita uma correção no sexto parágrafo.

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