O presidente da Comissão Federal das Comunicações dos Estados Unidos considera que o acesso à Internet de banda larga é tão importante para os consumidores norte americanos que o país não pode dar-se ao luxo de não a oferecer de forma gratuita a todos.

A posição do responsável pelo regulador de comunicações americano, Kevin Martin, já era conhecida e justifica a orientação que norteia a intenção da FCC que no próximo ano pretende disponibilizar espectro para a prestação gratuita deste tipo de serviço. Kevin Martin vai defendendo o projecto, enquanto os operadores se perfilam para o contestar.

"Há uma obrigação social em assegurarmos que todos podem participar na próxima geração de serviços de banda larga, para além do mais, é o que as pessoas querem", afirmou em entrevista ao USA Today.

"Cada vez mais pessoas esperam e exigem ter acesso à Internet e às novas tecnologias wireless". É por isso importante que a FCC encontre novas formas de endereçar essas necessidades, continua.

As preocupações do regulador estarão sobretudo focadas nos consumidores americanos residentes em zonas rurais, onde a abrangência de Internet será menor e os preços menos acessíveis para a população em geral.

Uma ligação de banda larga custa em média nos Estados Unidos 40 dólares por mês. Nas zonas rurais a penetração do serviço não vai além dos 38 por cento, enquanto nas zonas urbanas ronda os 60 por cento.



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