A utilização de pulseiras electrónicas em bebés nascidos nas maternidades e hospitais vai passar a ser obrigatória a partir de 2009. Os estabelecimentos vão ter também sistemas de vigilância com gravação de imagem de alta definição para evitar os raptos.
Estas são duas das medidas previstas num despacho enviado pela ministra da Saúde, Ana Jorge, para publicação em Diário da República, segundo o noticiado pela imprensa nacional, que vem reforçar algumas normas já em vigor e introduzir outras, uniformizando os procedimentos de segurança ao nível do Serviço Nacional de Saúde.
A pulseira, pequena, leve e sem fios, é colocada logo que o bebé nasce, ainda na sala de partos, e permite detectar de forma automática durante 24 horas todos os movimentos do recém-nascido.
Caso o recém-nascido se aproxime de uma zona não autorizada ou se a pulseira se danificar de forma acidental ou propositada é accionado um alarme que encerra automaticamente as portas de acesso ao estabelecimento hospitalar.
Este sistema já é usado desde 2006 nos Hospitais de São João, no Porto, e de São Teotónio, em Viseu.
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