A projeção apresentada por Lei Jun, CEO da companhia, estima que o número de unidades vendidas se fixe entre os 80 e os 100 milhões. As receitas da companhia deverão variar entre os 100 e os 200 mil milhões de yuans (entre os 15 e os 30 milhões de euros).



Em 2014 a empresa terá vendido 61 milhões de equipamentos, num crescimento de 227% face ao ano anterior. A confirmarem-se as previsões, isso significa que o ritmo de crescimento da fabricante chinesa não vai abrandar.



A Xiaomi tem agitado o mercado com uma estratégia de produtos com caraterísticas de topo e preços quase de gama de entrada. O phablet Mi Note foi a última novidade a chegar ao portfólio e tem sido um dos maiores de sucessos de vendas da curta história da empresa que tem como vice-presidente Hugo Barra, que já foi responsável de desenvolvimento do Android na Google.



Previsões apresentadas no início do ano (pela indústria) estimavam que o Mi Note pudesse atingir vendas de 15 milhões de unidades ao longo do ano, antecipando o impacto do produto na performance da fabricante chinesa ao longo do ano.



Vale a pena referir que os números alcançados pela Xiaomi são obtidos apenas a partir de vendas na China e agora também na Índia, onde a empresa está desde meados do ano passado. Europa e Estados Unidos deverão continuar fora dos planos da Xiaomi, que para este ano planeia estender às duas regiões a loja online, mas só para vender acessórios.

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