A OpenAI vai passar a direcionar esforços para o desenvolvimento de uma superinteligência. O líder da empresa diz que os produtos atuais da dona do ChatGPT são bons mas o futuro é glorioso e não está assim tão longe-
Os investigadores dizem que foi atingido aquilo que chamam de “pico de dados”, ou seja, toda a informação útil disponível na internet para treinar os modelos de inteligência artificial já foi utilizada. Mas há uma nova solução que vai ser usada para treinar e continuar a melhorar a IA.
A China e os Estados Unidos estão numa corrida para desenvolver a Inteligência Artificial e chegar à AGI, a Inteligência Artificial Geral, o que Max Tegmark considera suicida pela possibilidade de se perder o controle.
O novo “comité de segurança e proteção” vai supervisionar a gestão de risco dos projetos e operações da OpenAI. A empresa continua, entretanto, a treinar o GPT-5, cuja data de lançamento permanece desconhecida.
A OpenAI foi aos arquivos de email para reunir um conjunto de alegadas provas de que as acusações de Elon Musk são falsas e mostrar que o multimilionário sempre esteve a par da mudança de rumo da dona do ChatGPT. Desligou-se da empresa porque não pode ser ele a comandá-la.
Musk terá doado 44 milhões de dólares à OpenAI ao longo de vários anos para que a dona do ChatGPT desenvolvesse inteligência artificial para o benefício da humanidade e não para potenciar lucros privados, diz a queixa.
Dias antes de Sam Altman ter sido demitido, vários investigadores da OpenAI enviaram uma carta ao conselho de administração que alertava para os perigos de um novo algoritmo. Mas o que é o Q* e por que motivo é que pode ser uma ameaça para a humanidade?
Sam Altman assume a missão de criar software de IA tão inteligente como os humanos e procura novo financiamento da Microsoft para o objetivo. Em paralelo, a OpenAI está a trabalhar no GPT-5, a próxima geração do modelo de IA generativa.