A Neuralink continua a avançar no desenvolvimento da sua interface cérebro-computador. Segundo Elon Musk, os planos da empresa passam por dar início à produção em grande escala já em 2026, com mudanças na forma como os seus implantes cerebrais são colocados.
Já se sabe que Elon Musk não morre de amores pela OpenAi, que até financiou numa fase inicial mas que já tentou processar. E a animosidade pode aumentar, agora que a dona do ChatGPT e o seu CEO pretendem lançar um novo projeto e competir com a Neuralink.
Em 2005, Audrey Crews perdeu a capacidade de mover os membros devido a um acidente de viação. Hoje, graças a um implante da Neuralink, consegue controlar o computador com a mente e já escreveu o seu nome pela primeira vez em 20 anos.
Investigadores da Universidade de Berkeley, nos EUA, recorreram à inteligência artificial (IA) para criar um dispositivo que permitiu que uma mulher tetraplégica “falasse” ao fim de 18 anos
Rodney Gorham tem esclerose lateral amiotrófica e foi uma das primeiras pessoas a usar a tecnologia de implantes cerebrais da Synchron. Hoje, com a evolução da interface cérebro-computador, com tecnologias da Nvidia e Apple, ganhou novas formas de controlar equipamentos à sua volta com a mente.
Noland Arbaugh, de 29 anos, é o primeiro paciente a receber um implante da Neuralink e, como mostra a empresa de Elon Musk num novo vídeo, a tecnologia está a ajudá-lo a controlar o computador e até a jogar, seja xadrez online ou Civilization VI, com a mente.
O Ministério chinês da Indústria e Tecnologia da Informação (MIIT) revelou planos para apostar significativamente no desenvolvimento de tecnologias de ponta, onde se incluem as interfaces cérebro-computador.
A Precision Neuroscience joga no mesmo “campeonato” que a Neuralink, criada por Elon Musk. Deu nas vistas porque testou com sucesso um novo tipo de implante cerebral para ligar o cérebro ao computador, menos invasivo e que abre novas possibilidades.
Rodney Gorham, um homem australiano que tem Esclerose Lateral Amiotrófica, é um dos primeiros voluntários a utilizar a tecnologia desenvolvida pela Synchron para controlar um iPad com a mente.
A interface cérebro-computador que a equipa de investigadores da Universidade de Coimbra e do Politécnico de Tomar criaram distingue-se pela precisão e fiabilidade próxima dos 100%.