A Nvidia, a Disney Research e a Google DeepMind juntaram-se para criar um novo motor de física para simulações robóticas. A Disney será uma das primeiras a usar o Newton para acelerar o desenvolvimento de robots para entretenimento, como os BDX Droids.
Para a DeepMind, o novo modelo Gemini Robotics representa um "passo substancial" e está preparado para ajudar robots a lidarem com novos objetos e ambientes, assim como com diversos tipos de instruções. A ele junta-se outro modelo de IA chamado Gemini Robotics-ER.
A RoboParty 2025 superou expectativas, reunindo jovens, tecnologia e criatividade em Guimarães, com robots incríveis, desafios emocionantes e atividades memoráveis que confirmaram o sucesso de mais uma edição.
Do basquete ao tiro com arco, passando por atuações de tunas, DJ, gadgets incríveis e até xadrez, a RoboParty 2025 vai além da construção de robots, numa autêntica festa de tecnologia e diversão. A entrada é gratuita.
Através de uma técnica no campo da IA, o famoso cão-robot da Boston Dynamics conseguiu correr a uma velocidade de 5,2 metros por segundo. A velocidade máxima “normal” do Spot é de apenas 1,6 metros por segundo.
À medida que a Apple mostra um novo protótipo de ajudante robótico, o analista Ming-Chi Kuo avança que a empresa está a explorar o desenvolvimento de robots humanoides e não-humanoides para o seu futuro ecossistema de equipamentos domésticos inteligentes.
O programa, dirigido pelo Estado, faz parte de um esforço mais amplo de Pequim para contrariar as tentativas dos EUA de conter o progresso tecnológico da China.
A Areas abriu o SELF, o primeiro restaurante robótico com inteligência artificial a operar num aeroporto. Das saladas, às sanduiches, sumos e sobremesas, os robots do restaurante são capazes de criar receitas únicas diariamente para garantir frescura e qualidade.
Este mês, em Guimarães, a tecnologia e a solidariedade cruzam-se novamente para criar memórias inesquecíveis entre professores, alunos e um grupo de crianças com necessidades específicas e as suas famílias.
A inteligência artificial parece estar em todo o lado e as grandes tendências tecnológicas para o próximo ano confirmam-no. A IA generativa é uma das grandes protagonistas de um ranking feito pela Capgemini. As outras quatro chegam ao top graças ao impacto da IA.
Desenvolvido na China, Tiangong promete revolucionar a robótica com aplicações práticas, reduzindo custos e acelerando avanços em áreas como mecânica corporal e inteligência incorporada.
Até agora, a maioria das tentativas do género envolvia robots humanoides e escadotes adaptados. O sistema desenvolvido pela ETH Zurich revelou-se muito mais eficaz, com uma taxa de sucesso de 90% em escadotes com inclinações entre 70° e 90°.
Desenvolvido pela ETH Zurich, o método leva o nome de Impact Printing, assenta numa máquina robótica de impressão 3D e usa a deposição de materiais “naturais” em alta velocidade, de forma eficiente.
A Marinha Portuguesa desenvolveu o protótipo de uma ilha artificial que está a ser testada durante o exercício REPMUS24, que decorre este mês. O modelo é um teste para a ilha artificial planeada para a Zona Livre Tecnológica Infante D. Henrique.
O modelo desenvolvido por investigadores da Universidade de Hertfor introduz fórmulas de inteligência artificial que possibilitam que os robots não precisem de instruções para decidir sobre futuras ações, aproximando-os mais do comportamento humano.
O Amazing Robots Bootcamp é um curso intensivo e gratuito dedicado à robótica e programação, onde os participantes aprendem a construir robots, competem e concorrem a prémios.
Pedro Almeida desenvolveu um jogo que tira partido das capacidades de um robot social de assistência para estimulação cognitiva de idosos. Já foi testado com sucesso em 14 idosos da Cáritas Diocesana de Coimbra.
Em colaboração com Espanha, França, Países Baixos e Reino Unido, o projeto AIGreenBots quer desenvolver novas plataformas de agro-bots, perceção robótica e sistemas de fusão de sensores e testar sistemas de robótica agrícola.
Já implementado nos EUA e no Japão, o Da Vinci SP permite fazer cirurgias complexas através de uma única incisão ou de um acesso natural, integrando tecnologia robótica com visão 3D e controlo avançado para otimizar a precisão no bloco operatório.
Com recurso a um método conhecido como aprendizagem por reforço, o robot Cassie aprendeu a percorrer distâncias de 400 metros numa variedade de superfícies e a saltar a diferentes alturas e distâncias.
A Unitree Robotics atualizou o H1 com um conjunto de novas habilidades e, agora, o robot humanoide consegue andar a uma velocidade máxima de 3,3 metros por segundo numa superfície plana.