Em 2018, muitas das profissões mais prometedoras do futuro ainda não se “praticam”, mas isso não quer dizer que não se possam antecipar. Um estudo realizado pela empresa de cibersegurança Kaspersky Lab revela que muitos jovens europeus já pensam no assunto.

Mais concretamente, foram cerca de 40% os inquiridos que consideram estarem a ser formados para uma ocupação que ainda não existe e, com a rápida evolução e desenvolvimento de novas tecnologias, esse pode muito bem ser o caso, nota a Kaspersky Labs.

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O estudo revela como os cirurgiões poderão operar remotamente através de robots (e tornarem-se telecirurgiões) ou como arquitetos poderão apresentar aos seus clientes modelos 3D dos seus prédios, para melhor perceberem como ficarão os espaços, graças à realidade aumentada. Mas também há espaço para Programadores de smart homes ou Especialistas de interação entre humanos e robots.

Ainda assim, 40% pode ser insuficiente, na opinião de alguns peritos. “É surpreendente que apenas 40% dos alunos assumam que as suas carreiras ainda não existem, uma vez que quase todas as carreiras sofrerão alterações exponenciais durante os próximos 20 anos, à medida que a indústria e a tecnologia 4.0 – e especialmente a IA – revolucionam o mundo do trabalho e as aptidões e conhecimentos necessários”, considera Steve Sully, diretor adjunto da agência de recrutamento Robert Half Technology, citado pela Kaspersky Lab. “A adaptação e a aprendizagem são essenciais, pelo que os estudantes devem sempre considerar a forma como as suas aptidões se podem adaptar a qualquer carreira que acabem por escolher”.

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