Intitulado Mobile Economy Europe, o estudo alerta para a perda de receitas no setor ao longo dos últimos anos e para uma clara perda da posição de liderança num mercado onde, durante vários anos, a região marcou o ritmo. Embora 79% dos europeus usem telemóvel as receitas do mercado móvel não param de diminuir: em 2010 somavam 162 mil milhões de dólares. No final do ano passado tinham encolhido para 151 mil milhões.



No que se refere ao 4G, os números revelam que apenas 0,3% dos telemóveis vendidos na Europa até final de 2012 garantiam suporte para 4G. No mesmo período, 11% dos smartphones vendidos nos Estados Unidos já suportavam a tecnologia e acontecia o mesmo com 28% dos equipamentos vendidos na Coreia do Sul, as regiões do globo mais avançadas na implementação da tecnologia.



Os dados mostram ainda que, em média, nos Estados Unidos o débito das ligações à Internet através do 4G é 75% mais rápido que na Europa, uma distância que se espera aumente ainda mais com o tempo e que também é notada, em termos mais globais, nos números relativos à penetração da banda larga móvel.

[caption]Estudo GSMA[/caption]

Mudar esta trajetória, defende a GSMA, requer medidas urgentes que passam pela "criação de oportunidades para o surgimento de novos modelos de negócio e novas fontes de receitas, que suportem crescimento, emprego, inovação e sustentabilidade".



Concretizando, a GSMA defende que a Europa deve reforçar a aposta nas tecnologias móveis e nos dispositivos ligados à Internet em indústrias como a automóvel, comércio, educação saúde, utilities e administração pública.


O estudo da GSMA, que está disponível online para consulta, compila ainda um conjunto de outros dado que fazem o retrato atual do mercado europeu e perspetivam o desenvolvimento futuro do setor.

[caption]Estudo GSMA[/caption]

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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