O software já foi a opção mais usada no ciberespaço para abrir conteúdos de vídeo e para dar acesso a conteúdos interativos, mas o surgimento de alternativas mais modernas e mais seguras têm tornado a opção obsoleta.

O processo que tem sido acelerado pela frequência com que o software é escrutinado por quem procura falhas de segurança para desenvolver malware e lançar ataques. O Flash tem sido "privilegiado" e a Adobe não tem conseguido blindá-lo, ou pelo menos dar-lhe uma robustez satisfatória.

Ainda recentemente um ataque à empresa de segurança Hacking Team deu acesso a documentos que detalhavam falhas não conhecidas no software. A Adobe já corrigiu uma das falhas reveladas mas faltam mais duas, que já são contempladas nos kits com exploits que circulam pela Internet.

O bloqueio automático do Flash no Firefox vale para todas as versões do browser e mantém-se até que a Adobe disponibilize correções para as falhas críticas encontradas no software e já exploradas. Numa nota a Mozilla recomenda os utilizadores a ativarem o software apenas em sites nos quais confiem.

Esta segunda-feira também o responsável tecnológico do Facebook reclamou o fim do Flash, considerando que está na hora de a Adobe tomar a decisão.

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