Dos participantes fazem parte 65 equipas de jovens entre os 10 e os 18 anos, que terão de fazer um pitch de três minutos para o júri e que se vão apresentar a público num marketplace. No total, 150 equipas vão participar nos quatro encontros regionais, nos Açores, Valongo, Oeiras e Madeira.
Seguem apenas para a última fase do concurso as 22 melhores soluções tecnológicas, que vão ser apresentadas a 13 de setembro, na Fundação Calouste Gulbenkian.
Lançado pelo CDI Portugal, o programa educativo foi distinguido pela Comissão Europeia (CE) em maio pela transformação no ensino das capacidades digitais. Para a CE, o Apps for Good está a criar uma nova geração de “fabricantes digitais” e “solucionadores de problemas”, reduzindo a diferença entre as necessidades do mercado laboral e as capacidades dos alunos.
A operacionalização do programa decorre ao longo do ano letivo. Para isso, professores e alunos têm acesso a conteúdos online com uma metodologia de projeto de cinco passos. Para apoiar no desenvolvimento do projeto os participantes têm acesso a uma rede de especialistas que se ligam online à sala de aula, para prestar todo o apoio de esclarecimento de dúvidas.
O concurso tem como objetivo o desenvolvimento de aplicações para smartphones e tablets que possam contribuir para a resolução de problemas relacionados com a sustentabilidade do mundo em que vivemos.
Em destaque
-
Multimédia
Frigoríficos com anúncios, chupa-chupas eletrónicos e campainhas invasivas nos piores gadgets da CES 2026 -
App do dia
Superfluent ajuda quem já domina o "bê-a-bá" a falar uma nova língua com mais confiança -
Site do dia
Airloom: Acompanhe voos em tempo real numa experiência 3D imersiva -
How to TEK
Quais são as novidades do Google Maps para ajudar a chegar ao seu destino? Veja estas dicas de personalização
Comentários