O regulador das comunicações eletrónicas concluiu que em 37,4% dos casos, as queixas recebidas por má receção de sinal ou sinal inexistente referenciavam problemas alheios aos consumidores.



As instalações em questão estavam em zonas onde o serviço deveria chegar em condições normais, tendo em conta a informação publicada no site da Televisão Digital Terrestre pela Portugal Telecom, que assegura a distribuição da tecnologia.



Como detalha o relatório, nestes casos foram identificadas "divergências entre os resultados das medições em campo e a informação disponibilizada pela PT Comunicações no sítio web", detalha o documento.



A mesma fonte explica que na maioria destes casos a operadora ou reforçou a qualidade do sinal, ou atualizou a informação disponível no site da TDT, alterando a classificação das zonas de Zona TDT para Zona DTH (onde só é possível assegurar serviço via satélite). Em 2,32% das situações a má receção de sinal teve a ver com avarias ou manutenção temporária da rede.



Em 62,58% dos casos reportados ao regulador, os problemas detetados pelos consumidores resultavam da má instalação de equipamentos ou da utilização de equipamentos não adequados.



Ao longo do período de avaliação das condições de emissão da Televisão Digital Terrestre a Anacom produziu 205 relatórios. Para além do tempo utilizado no processamento dos resultados das medições e preparação dos relatórios, o regulador aloca 7.000 horas de trabalho às ações de monitorização realizadas no terreno. Das queixas recebidas foram identificados problemas em 302 casos.



O relatório está disponível para consulta no site da Anacom.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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