Guimarães é a cidade que, mais uma vez, recebe a iniciativa promovida pela Universidade do Minho, em parceria com a SAR – Soluções de Automação e Robótica. Esta festa dos robots é também uma competição non-stop, que só termina no dia 4 de março e que este ano acolhe 120 equipas, cada uma com quatro membros, com idades médias compreendidas entre os 15 e os 18 anos, embora a faixa etária envolvida seja mais ampla. A organização adianta que o participante mais novo deste ano tem 8 anos e o mais velho 61 anos, e chegam não só de vários pontos do país, mas também do Brasil.

Durante o período do evento o desafio passa por construir robots Bot’n Roll ONE A, a partir dos kits entregues a cada equipa. O público pode acompanhar a iniciativa, que tem acesso aberto e gratuito, sendo sábado é o dia alto da competição e também aquele que atrai mais público, uma vez que é o dia reservado à competição dos robots construidos nos dias antes. Prova de perseguição, obstáculos ou dança são algumas das previstas.
 

 
Além da competição, quem por lá passa pode distrair-se com um conjunto de atividades desportivas e lúdicas, que decorrem durante todo o fim-de-semana. Exemplos: torneio de xadrez, torneio de ténis de mesa, aulas de trampolim, ou demonstrações de patinagem artística, entre outras. No campo das demonstrações a edição de 2017 do evento terá algumas novidades, onde cabem a demonstração de drones e outros robots móveis. 
 
Na RoboParty 2017 estão envolvidas 600 pessoas, entre participantes, voluntários e organização. Oitenta alunos do mestrado integrado de engenharia eletrónica, industrial e de computadores vão este ano dar suporte às equipas em prova. Nas 10 edições anteriores, a RobotParty envolveu 4.500 participantes.  

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