Há equipamentos GPS para automóveis, para caminhadas, para andar de bicicleta e também… para andar de moto, com seria de esperar. Mas estes são modelos com características especiais e que nem sempre estão incluídos de origem quando compra uma motorizada. Se as suas necessidades de navegação sobre duas rodas (com motor) são urgentes, terá de procurar um GPS especialmente pensado para esta utilização em particular.

Em termos de desempenho, o mais certo é que os níveis de funcionamento estejam equiparados ao que conhecemos dos GPS e sistemas de navegação automóvel, visto que algumas das fabricantes até são as mesmas.

No entanto, quanto a funcionalidades principais e algumas características extra, pode contar com um conceito mais adaptado à condução da moto, fazendo com que, por exemplo, o ecrã do dispositivo possa ser facilmente manuseado com luvas enquanto os olhos permanecem na estrada. Mas já lá vamos às características mais importantes…

A quantidade de GPS para motos existentes no mercado português não é demasiado vasta de momento, apesar de algumas marcas disponibilizarem vários modelos, com diferentes “traços” e preços.

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O segredo passa por escolher convenientemente o GPS certo em função das suas necessidades enquanto utilizador de motos – se espreitar a galeria acima encontrará algumas sugestões a ter em conta. É natural que quem usa a scooter para ir todos os dias para o trabalho precise de um GPS diferente do que serve os propósitos de quem percorre grandes distâncias na montanha com uma moto de alta cilindrada, por exemplo…

Mas, afinal, o que mais importa num GPS especialmente concebido para andar de moto? Quais os requisitos a procurar num dispositivo do género? Não somos especialistas em motos, mas a nossa “bagagem” no uso de dispositivos GPS pode ajudar.

Acima das restantes características, o determinante centra-se em três requisitos principais: autonomia, durabilidade e resistência às condições atmosféricas, e desempenho na navegação propriamente dita.

No fundo, devemos tentar encontrar o GPS que nos forneça elevada quantidade e qualidade de informação no mapa, aquela que precisamos durante a condução da moto. E que é adequada ao tipo de atualização que damos ao veículo, isto no que diz respeito à navegação.

E é certo que os modelos mais avançados conseguirão dar-nos muitas funcionalidades adicionais, tais como o emparelhamento com o smartphone, a pesquisa de pontos de interesse, os comandos por voz, a visualização de mapas em 3D e muitas outras.

Resistir ao “tempo”

Não falamos de tempo em si, falamos de condições atmosféricas e “contratempos” naturais. Quanto ao design e construção, lembre-se que tudo muda quando vamos aos comandos de uma moto; isto quando em comparação com o que se passa no uso de um GPS no interior de um carro.

Uma moto vibra muito mais durante a condução, pelo que o apoio do dispositivo tem de ser 100% eficaz. Do mesmo modo, elementos como pó, terra, água e neve não podem ser capazes de danificar o equipamento. A possibilidade de embater em obstáculos é outra eventual preocupação.

Mas existem vários outros pontos a ter em conta quando chega o momento de escolher, desde a possível ligação Bluetooth ao ecrã, que se quer volumoso e muito responsivo ao toque mesmo com luvas calçadas. E sem esquecer a “eterna” questão da capacidade da bateria, visto que não é tão fácil a recarga de energia como acontece num automóvel, em que a ligação de isqueiro resolve o problema no momento.

Analise as características da sua moto, o tipo de utilização que lhe dá e tudo o que realmente procura num sistema de navegação por satélite do género, incluindo o preço. Tudo para que possa escolher o modelo certo.

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