O Fórum Económico Mundial (FEM) vai liderar a criação de um consórcio industrial projetado para melhorar a cibersegurança das empresas financeiras de tecnologia, à medida que a colaboração entre as fintechs e as instituições financeiras aumenta.

Ao longo dos últimos anos, os bancos e outras empresas de finanças têm vindo a fortalecer os seus laços com novos empreendimentos tecnológicos de forma a renovar a forma como os serviços financeiros são criados e consumidos.

Mas, por causa da grande quantidade de dinheiro e de dados valiosos que os bancos e as empresas de investimento processam a cada dia, o setor de serviços financeiros está entre os mais vulneráveis ao cibercrime.

Assim, o consórcio servirá para avaliar o nível de segurança das empresas Fintech e dos agregadores de dados,  cuja prontidão de resposta contra ataques cibernéticos é vista como cada vez mais importante para a estabilidade do setor financeiro em grande escala.

"As falhas de segurança registadas pelas empresas quase duplicaram desde 2013 e o custo estimado do cibercrime será de oito biliões de dólares nos próximos cinco anos", disse um executivo da Zurich Insurance Group.

O consórcio irá desenvolver princípios comuns para avaliações de segurança cibernética, um sistema baseado em pontos para as empresas fintech e dados orientadores para melhorar a pontuação de uma organização.

O agrupamento de empresas será gerido pelo FEM e vai trabalhar em parceria com o novo Centro Global de Cibersegurança, em Genebra.

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