Uma investigação publicada no site PLOS descobriu que os humanos podem ter compaixão por robots, particularmente se este for sociável ou autónomo. Os participantes do estudo foram deixados sozinhos numa sala para interagir com um pequeno robot chamado Nao durante cerca de 10 minutos, com a indicação de que estariam a ajudar a testar um novo algoritmo que melhorasse as suas capacidades de interação.
Depois da interação, composta por exercícios considerados sociais e em que eram usadas expressões amigáveis e por outros com ações funcionais, foi indicado que os participantes podiam desligar o robot, se assim entendessem.
Contudo, o robot Nao pediu a 43 dos 85 participantes que não o desligassem porque tinha receio de não voltar a ficar on. Desses, 13 concordaram em não fazê-lo e os restantes 30, embora o tivessem desligado, demoraram o dobro do tempo a tomar uma decisão em relação àqueles a quem o robot não implorou “pela vida”.
Quando questionados porque não desligaram o Nao, a maior parte dos participantes justificou a sua decisão com o facto do robot ter pedido “docemente para não o fazer”. Alguns revelaram mesmo que sentiram “pena dele”.
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