
Os dados são da Kaspersky Lab que dá igualmente conta de que,no final do primeiro mês do ano, somavam-se cerca de 200.000 amostras únicas de malware para dispositivos móveis.
O valor mostra uma subida de 34% desde novembro passado, já que o número de programas maliciosos móveis registados há apenas dois meses era de 148.000 amostras.
Os números não deixam dúvida de que o interesse por parte dos cibercriminosos em atacarem os sistemas operativos móveis continua a aumentar, com os utilizadores da plataforma Android como principais vítimas.
Segundo a Kaspersky Lab, no final de janeiro existiam na Google Play 1.103.104 aplicações, além de todas as outras existentes em lojas não oficiais. É através destes serviços com software legítimo para Android que, muitas vezes, os cibercriminosos introduzem os seus códigos maliciosos para infetar os utilizadores que as descarregam.
Na maioria dos casos, estes programas maliciosos têm como propósito roubar a informação financeira do utilizador.
Recorde-se que em novembro a Kaspersky Lab revelava que o Android era alvo de 97,5% dos ciberataques feitos em sistemas operativos móveis, ou seja, praticamente a única plataforma móvel que os piratas informáticos tentam explorar.
Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
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