Não há dúvida que as apps instaladas nos smartphones são companheiros imprescindíveis no nosso dia-a-dia, seja um jogo para nos entreter durante cinco minutos na fila do supermercado, ou uma aplicação que ajude nas mais diferentes tarefas, incluindo estudar ou manter a forma física através de fitness.

No caso das apps que controlam as calorias, para sabermos o valor energético que consumimos, esta semana compilamos algumas, com as suas principais características e funcionalidades. Mas também falámos com especialistas sobre a matéria para perceber se estas são mesmo eficazes, ou até que ponto devem ser consideradas nas nossas rotinas e hábitos de consumo de alimentos.

Conheça mais ao detalhe todas as propostas que reunimos para si.

Tinder quer compensar “perdas” durante a pandemia e prepara novas opções

E desengane-se quem achou que eram gratuitas… A aplicação de encontros vai apostar num novo modelo de subscrição “Platinum”, com novas funcionalidades associadas. Que já foram reveladas.

O Match Group, responsável pela aplicação, confirmou no início do mês o desenvolvimento de uma nova modalidade paga, sem adiantar pormenores sobre o assunto. Deixou, no entanto, a promessa de que o modelo de subscrição Platinum iria oferecer “mais vantagens, maior controlo e uma experiência melhor”. Entretanto a partir do blog de ajuda da aplicação já é possível conhecer as futuras funcionalidades.

De acordo com a descrição, o Tinder Platinum vai reunir todas as funcionalidades do modo Plus e do modo Gold, além de duas funcionalidades exclusivas “que aumentam as probabilidades de obter uma correspondência”: Likes Prioritários e Mensagem Antes de Correspondência.

Isto quer dizer que os Likes dos utilizadores que pagarem esta subscrição terão prioridade face aos dos outros utilizadores “normais” ou dos outros planos pagos, assim como vão poder enviar mensagens antes de fazerem match, juntamente com o seu Super Like.

Outras opções incluídas, e que fazem parte dos outros modelos de subscrição, são a possibilidade de ver quem gosta de si antes de fazer Like (ou não), cinco Super Likes por dia, um Boost por mês ou o Passaporte.

A equipa do Tinder salvaguarda que o Tinder Platinum é um conjunto de novas funcionalidades que estão a ser testadas em determinados mercados, sem especificar quais nem avançar datas de lançamento.

A imprensa internacional avança que a nova opção paga deverá estar disponível antes do final do ano. Por enquanto o Tinder segue em modo gratuito e com as duas modalidades de subscrição, em versão para Android e iOS.


Estudar não tem de ser aborrecido e há uma app que transforma apontamentos em quizzes interativos

Através de inteligência artificial, a Knowt permite tornar os apontamentos tirados durante as aulas em questionários que podem ser adaptados consoante as necessidades do utilizador. Há a possibilidade de escolher vários tipos de perguntas: desde escolha múltipla a exercícios de correspondência de palavras ou frases.

Com início do novo ano marcado para entre os dias 14 e 17 de setembro, há quem já comece a pensar em todos os testes e exames que se aproximam. Para muitos alunos estudar nem sempre é uma tarefa fácil, mas há uma aplicação que promete ajudá-los a manter-se a par de todo o conhecimento adquirido através das aulas.

A Knowt foi criada por um grupo de antigos estudantes que querem tornar o processo de aprendizagem mais interativo. Através de inteligência artificial, a aplicação permite tornar os apontamentos tirados durante as aulas em questionários.

Para começar a usar a Knowt é preciso apenas fazer o upload dos apontamentos. A pensar em quem prefere escrevê-los à mão, a aplicação permite tirar uma foto às notas tiradas. A IA decifra o que foi escrito e apresenta-o num documento que pode ser editado. Além disso, a app conta suporte ao Google Drive, facilitando a passagem dos documentos.

O algoritmo da aplicação “lê” os apontamentos e gera depois questionários que podem ser adaptados consoante as necessidades do utilizador. Há a possibilidade de escolher vários tipos de perguntas: desde escolha múltipla a exercícios de correspondência de palavras ou frases.

A Knowt é gratuita e está disponível para Android, na Play Store, e para iOS, na App Store.


Hunting Clash é um jogo que pretende simular a arte da caça em smartphones

Desde a limpeza das armas à observação dos animais selvagens no seu habitat natural, este título promete uma experiência virtual, sem magoar nenhum bichinho na realidade.

Há diversos títulos que procuram simular desportos como a pesca e também a caça, como é o caso deste Hunting Clash. Este jogo convida os jogadores a explorar alguns territórios de caça selvagem espalhados pelo mundo, desde as florestas de Montana, nos Estados Unidos, a floresta congelante de Kamchatka, um safari em Namíbia em África, entre outras paisagens deslumbrantes.

Para caçar os animais, como veados, ursos, lobos, alces, patos selvagens, e outros, deverá rastrear os mesmos, procurar a melhor altura para se colocar em posição. Depois é fazer mira com a espingarda de mira telescópica e respirar fundo para acertar.

O jogo oferece diferentes armas, seja a sniper, como um arco e flechas, que tem um manuseamento mais silencioso. Todo o equipamento pode ser melhorado, para que seja mais eficiente nas missões e objetivos propostos. O jogo também suporta multijogador cooperativo até quatro jogadores, mas também duelos individuais para ver quem caça mais animais.

Pode fazer o download de Hunting Clash em versões Android e iOS.


Ver o Big Bang diretamente do seu smartphone. A app de realidade aumentada que vai querer instalar

Com a aplicação Big Bang AR não precisa de muito para ver o nascimento do Universo, numa experiência de realidade aumentada. No final pode até tirar uma selfie com uma estrela.

Trazer o momento da criação do Universo à sua sala ou a qualquer local onde possa "apontar" a câmara do seu smartphone. É este o objetivo da app Big Bang AR, com a realidade aumentada a mostrar o seu potencial.

Criada pelo Google Arts & Culture em colaboração com cientistas da European Organization for Nuclear Research e o Nexus Studios, a aplicação disponibiliza uma experiência imersiva do nascimento do Universo.

Ter uma estrela na palma da mão ou ver supernovas a explodir à sua frente é possível com a Big Bang AR. E tudo isto pode ser narrado pela atriz Tilda Swinton.

No final pode até partilhar o momento nas redes sociais. Para isso basta tirar uma selfie com uma estrela e publicar.

A app é gratuita e está disponível para Android e iOS.


A Bazaart não é nova mas continua a ser “craque” na edição criativa de fotos

A premiada Bazaart oferece todas as ferramentas que uma aplicação de edição de imagens deve oferecer e acrescenta-lhe alguma “magia”. Com a possibilidade de personalizar tudo a seu belo prazer. Há versão gratuita e paga.

Redimensionar, cortar, posicionar, duplicar ou girar, equilibrar sombras e temperatura, mexer na saturação, contraste ou nitidez. Estas são algumas das possibilidades mais “tradicionais” num editor de imagens e que também vai poder encontrar na Bazaart. Mas além destas, tem outras opções.

A aplicação permite igualmente adicionar texto, havendo diversas fontes disponíveis, assim como escolher de entre diferentes a autocolantes e fazer montagens diversas, nomeadamente fazendo uma nova foto a partir de partes da fotografia em causa.

A opção mais desejada será, contudo, aquela que permite retirar, “magicamente”, o fundo original das fotografias, e substituí-lo por entre milhares de opções disponibilizadas. Também interessante é ser possível “brincar” com as transparências dos diferentes elementos da fotografia.

A Bazaart “é” gratuita, mas nem todas as ferramentas estão disponíveis gratuitamente. Para ter o pacote completo - que inclui imagens sem marca de água - tem de subscrever ou um plano semanal ou plano mensal. Veja as condições para Android e para iOS.


SocialMeter: Conheça a nova app portuguesa que o quer ajudar a manter o distanciamento social

Criada por uma equipa de jovens portugueses, a SocialMeter permite medir de forma simples a distância de segurança entre pessoas ou objetos. Para já, a app está disponível apenas para Android, mas, ao SAPO TEK, os criadores revelaram que desenvolvimento de uma versão para iOS já está “na calha”.

À medida que Portugal avança no processo de desconfinamento e que se planeia o regresso físico ao trabalho e às aulas, as regras de distanciamento social ganham uma importância redobrada. Medir a distância recomendada de dois metros, por exemplo numa fila de espera, nem sempre é fácil, especialmente quando não existem marcadores no chão ou outros sinais indicativos, mas há uma aplicação que promete ajudar a manter a segurança em espaços públicos.

Criada por uma equipa de jovens portugueses, a SocialMeter baseia-se em inteligência artificial e permite medir de forma simples a distância de segurança entre pessoas ou entre objetos e pessoas: tudo a partir da câmara do smartphone.

Ao SAPO TEK, a equipa por trás da SocialMeter explica que a ideia da criação da aplicação surgiu logo no início da pandemia de COVID-19. Confrontados com a dificuldade em medir de forma rápida e o mais exata possível a distância social, Inês Moreira e Francisco Melo, alunos do mestrado em Engenharia Electrotécnica do Instituto Superior Técnico (IST) decidiram combinar a sua experiência em web apps e IA para criar a aplicação, em colaboração com o webdesigner Filipe Simões e o copywritter Martim Calado.

É certo que já existem aplicações, seja para Android ou para iOS, que medem distâncias, mas a equipa da SocialMeter afirma que a grande diferença está no método de medição, descrito pelos criadores como instantâneo e muito próximo da realidade, desde que todas as instruções sejam cumpridas.

Para usar a aplicação é necessário apenas indicar a sua altura e a distância de segurança e, de seguida, apontar a câmara o que se passa à sua frente. Os criadores asseguram que a SocialMeter não recolhe quaisquer dados pessoais nem regista imagens ou vídeo, garantindo a privacidade do utilizador e das pessoas em seu redor.

A SocialMeter é gratuita e está disponível para Android, na PlayStore, com suporte a português e inglês. A disponibilização de outras línguas está prevista para breve e os criadores afirmam que o desenvolvimento de uma versão para iOS também está “na calha”.


OneBit Adventure: Parta à descoberta de um mundo subterrâneo misterioso num RPG de inspiração retro

Em OneBit Adventure há a possibilidade de encarnar o papel de personagens que contam com um estilo de luta e habilidades diferentes, incluindo guerreiros, magos, necromantes ou até avestruzes: tudo para conquistar um mundo subterrâneo cheio de inimigos típicos de jogos de fantasia.

Concebido para os entusiastas de videojogos retro, OneBit Adventure é um dungeon crawler 2D com ênfase na exploração de um mundo subterrâneo misterioso. À medida que o percorrem, os jogadores terão de derrotar múltiplos inimigos típicos de jogos de fantasia, desde fantasmas a ciclopes gigantes, para evoluir e ganhar novas skills que os tornarão mais eficazes nos combates.

No jogo há a possibilidade de encarnar o papel de personagens que contam com um estilo de luta e habilidades diferentes, incluindo guerreiros, magos, necromantes ou até avestruzes, que podem ser desbloqueadas depois de se cumprir uma das muitas conquistas.

Para derrotar os inimigos, os jogadores têm à sua disposição um conjunto de armas que variam de acordo com a classe escolhida. Ao avançar pelas masmorras, encontrarão itens com variadas funções, incluindo boosts de HP ou de magia.

Quando à forma como o progresso é feito no jogo, a barra de XP aumenta de cada vez que um inimigo é eliminado. Ao subir de nível, os jogadores obtêm pontos que podem ser gastos para melhorar as habilidades do personagem.

OneBit Adventure é gratuito e está disponível apenas para Android, podendo ser encontrado na Play Store.


Apps que contabilizam calorias: Faz sentido usar? As opiniões podem diferir entre os especialistas

Ao percorrer a Google Play Store e a App Store depara-se com muitas aplicações que lhe permitem registar o que come e, assim, ter uma alegada noção das calorias que ingere. No entanto, nada substitui uma consulta de nutrição e há erros e incertezas a apontar a este tipo de apps, para além das vantagens.

Comeu um hambúrguer com batatas fritas e quer saber a quantidade de calorias que ingeriu. Em pleno século XXI essa missão não parece ser, à partida, difícil, bastando ter um smartphone e instalar uma determinada aplicação. No entanto, a verdade é que existem várias questões que podem colocar em causa a fiabilidade destas apps e que não beneficiam quem as instala.

MyFitnessPal, FatSecret e Macros são algumas das apps disponíveis na Google Play Store e na App Store que querem ajudar aqueles que, por alguma razão, querem perder peso e pretendem monitorizar e registar aquilo que comem. Vamos verificar as principais características destas aplicações, todos elas gratuitas.

MyFitnessPal

  • Base de dados de mais de seis milhões de alimentos
  • Criação de programa de dieta e exercício para o utilizador
  • Resumo nutricional diário, com todos os principais nutrientes
  • Conta com mais de 50.000.000 instalações

A app está disponível para iOS e Android.

FatSecret

  • Informação nutricional e calórica dos seus alimentos marcas e restaurantes favoritos
  • Diário alimentar para planear e acompanhar o que é ingerido
  • Registo de alimentos e refeições através de imagens
  • Conta com mais de 10.000.000 instalações

A app está disponível para iOS e Android.

Macros

  • Cálculo das necessidades energéticas e nutricionais do utilizador
  • Cálculo de macronutrientes
  • Conta com mais de 1.000.000 de instalações

A app está disponível para iOS e Android.

Veja na fotogaleria as aplicações.

Aplicações de contagem de calorias não substituem consultas de nutrição

Mas serão apps deste género de confiança? Para analisar esta questão, o SAPO TeK conversou com João Vasques, investigador do Laboratório de Nutrição (LN) da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa (FMUL), que levanta várias questões. Em entrevista, também Duarte Sequeira, chief operating officer (COO) da startup portuguesa UpHill, e David Honório, head of engineering, deram a sua perspectiva, desta vez sobre a sua própria experiência de aprovação da app da empresa de saúde por parte da Google e da Apple.

João Vasques torna bastante clara a sua opinião quanto a estas apps. “Só vejo vantagens quando essas aplicações são utilizadas de uma forma integrada na personalização de uma intervenção nutricional”, afirma o investigador do LN da FMUL, organismo que desenvolve a sua atividade em três eixos prioritários: ensino, investigação e apoio à comunidade no domínio das ciências da nutrição. Neste contexto, João Vasques considera que a utilização destas apps só se justifica caso tenha sido um profissional de saúde a recomendá-la.

"Caso não tenha sido recomendada por um profissional de saúde, acho que não existe de facto motivos para a utilização destas aplicações", afirma João Vasques

E por que razão pensa o investigador desta forma? "Não nos interessa saber o que comemos se não conseguimos interpretar essa informação", explica, esclarecendo que "se não soubermos quais a nossas necessidades energéticas e nutricionais não conseguimos interpretar os resultados obtidos desse registo".

Realçando que este tipo de aplicações não substitui uma consulta de nutrição, João Vasques considera que o “controlo permanente das refeições e do peso não tem qualquer fundamento caso o utilizador da aplicação tenha insuficiente literacia nutricional ou algum profissional de saúde que o acompanhe e auxilie na interpretação daquilo que está a registar”. E, garantindo que não querer causar alarme, refere que este tipo de comportamentos pode associar-se a doenças do comportamento alimentar. Uma delas é a ortorexia, caraterizada por uma obsessão pela alimentação saudável.

Por isso, o investigador reforça a ideia da importância de um nutricionista a acompanhar este processo. “Este registo alimentar e do peso poderá ser benéfico quando articulado com o nutricionista que o acompanha”.

O "lado negro" das apps de contagens de calorias

Quanto a desvantagens deste tipo de apps, João Vasques faz, nomeadamente, referência à "falsa sensação de segurança que uma aplicação onde registamos o que consumimos nos pode fornecer". De acordo com o especialista, algumas dessas aplicações fornecem informação relativa às calorias ingeridas, sem o utilizador conhecer muitas vezes a metodologia utilizada nesse cálculo. Quando questionado sobre os pontos fracos destas apps, João Vasques dá um exemplo concreto de uma falha nestas aplicações.

Um bom exemplo de um erro na criação deste tipo de aplicação é permitir que sejam os próprios utilizadores a classificar as refeições de outros utilizadores como sendo saudáveis ou não.

O investigador destaca, ainda, a importância da participação dos nutricionistas no desenvolvimento destas apps e o impacto negativo que surge quando isso não acontece. "A ausência de nutricionistas na elaboração de aplicações na área da nutrição acaba por ser uma grande desvantagem por não existir um profissional com know-how para assegurar a melhor metodologia a utilizar no serviço que a aplicação pretende prestar", explica.

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João Vasques realça, ainda assim, que as vantagens ou desvantagens variam de acordo com o utilizador da aplicação, cada um com objetivos e características diferentes a ter em consideração numa intervenção nutricional. "No caso das aplicações de registo do consumo alimentar e do peso corporal, essas vantagens na maioria dos casos só se substanciarão com acompanhamento profissional", frisa.

Apesar de a MyFitnessPal, por exemplo, contar com mais de 50.000.000 utilizações, João Vasques acredita que muitos utilizadores desinstalam este género de apps “devido ao registo diário exaustivo ser fatigante e não propriamente prazeroso”. “É possível que muitos desinstalem estas aplicações também por estas não corresponderem ao esperado ou não responderem aos objetivos que os utilizadores definiram para si”, acrescenta, pondo a possibilidade de os utilizadores ficarem obcecados com aquilo que comem como uma razão secundária que as pode levar a desinstalar as apps.

UpHill: Quais os processos de verificação da aplicação da startup na Google Play Store e App Store?

É certo que antes de estarem disponíveis na Google Play Store e na App Store, as aplicações passam por um processo de verificação, com as guidelines da Google e da Apple a estarem disponíveis online. Ao SAPO TEK, o COO da UpHill, Duarte Sequeira, explica parte do processo pelo qual a startup que pretende melhorar a qualidade dos cuidados de saúde dos hospitais e outras instituições de saúde que a utilizam teve de passar, nomeadamente com uma nova atualização validada recentemente, em junho, relativa a recursos sobre a COVID-19.

As diferenças entre os processos da Google e da Apple são notórias, logo na sua duração, com a aprovação da Apple a ser mais demorada. Enquanto a Google demorou dois dias para aprovar a última atualização da UpHill Notation, disponível para Android e iOS, a empresa da maçã levou uma semana para o concretizar. No final de julho ambas as empresas verificaram positivamente o update.

"Sobre o processo, habitualmente a Apple comunica mais connosco durante esta etapa de verificação, procurando garantir o rigor científico, validar o tipo de informação que é recolhida do utilizador e confirmar o propósito da aplicação", explica Duarte Sequeira relativamente à app lançada no final de 2019 e que tem sofrido alterações, que têm de ser aprovadas pelas duas gigantes tecnológicas.

Já David Honório, head of engineering da UpHill, garante que "ambas as stores têm processos automáticos e semi-automáticos para verificação das aplicações, que são aplicados no momento do primeiro lançamento e das atualizações subsequentes". Abrangendo diferentes vertentes, a proteção dos dados e as questões legais, nomeadamente das políticas de privacidade e de termos de utilização claros, é uma das destacadas por David Honório. Por outro lado, existem requisitos a nível de segurança, conteúdo disponibilizado, performance e usabilidade, explica ainda.

A aplicação da startup permite aos utilizadores estarem a par da evidência científica mais recente e colocarem-na em prática, através de algoritmos de atuação, artigos científicos escolhidos e sumarizados e casos clínicos para simulação virtual. A app disponibiliza ainda um conjunto de conteúdos gratuitos diretamente a todos os profissionais de saúde.

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