A proibição era governamental e impedia a empresa de oferecer serviços na cidade de Nova Deli, alegando que as licenças detidas não lhe permitiam manter o serviço. A Uber reclamou e alegou que a mesma licença dá suporte à atividade de um serviço local idêntico ao seu.

A justiça deu razão à empresa e considerou que a proibição foi infundada, decidindo que o serviço de boleias da Uber pode continuar a funcionar recuperando a licença que já detinha. A informação é da Reuters, que também dá nota das dificuldades que a empresa enfrenta noutro mercado: o México.

Aí está em debate uma proposta de alteração da lei que poderá obrigar a empresa a pagar taxas por cada carro que mantêm a circular na capital a que se juntarão novas licenças. A empresa diz que ainda está em conversações com as autoridades para chegar a um entendimento.

A Uber está hoje em mais de 300 cidades mas a convivência da empresa com a indústria dos táxis não é pacífica em nenhuma destas localizações. Enfrenta vários processos que tentam encerrar o serviço ou sujeitá-lo às mesmas taxas que as empresas tradicionais. Em Portugal também.

Em Nova Deli a empresa foi ainda alvo de uma campanha negativa depois de um dos seus motoristas ter sido acusado de molestar uma passageira, ação que terá desencadeado o encerramento do serviço pelas autoridades.

A Uber criou uma aplicação móvel que permite solicitar uma "boleia" junto de alguém com carro e disponibilidade para oferecer o serviço, em regra, a preços mais em conta que os praticados pelos taxistas. Os motoristas ligados à aplicação usam os seus próprios carros e nas ofertas mais polémicas que a Uber tem no mercado, não têm qualquer licença para prestar o serviço.

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