Quatro anos depois o iPad "soma e segue" nos mercados mundiais, com sucesso renovado a cada nova versão.

O iPad de primeira geração tinha ecrã de toque de 9,7 polegadas retro iluminado, processador A4 da Apple a 1 Ghz e capacidade de armazenamento nas opções de 16, 32 ou 64GB.

Atualmente existem quatro modelos de iPad no mercado: o iPad Air e a segunda geração do iPad mini (com ecrã retina), apresentados em outubro de 2013, o iPad 2 e o iPad mini de primeira geração.

"O iPad é a nossa tecnologia mais avançada num equipamento mágico e revolucionário, a um preço incrível", afirmou Steve Jobs na abertura da conferência de apresentação que deu a conhecer o novo tablet.

Estava em crer que o iPad iria criar e definir toda uma "categoria inteiramente nova que vai ligar os utilizadores às suas aplicações e conteúdos de uma forma mais intimista, intuitiva e divertida do que nunca".

As previsões confirmaram-se e o iPad continua, inclusive, a ser o tablet mais popular em alguns mercados, apesar do surgimento de dispositivos alternativos a preços cada vez mais acessíveis.

Dados recentes do NPD Group indicam que os tablets da Apple terão representado 15,8% das vendas de dispositivos móveis feitas nos Estados Unidos entre janeiro e novembro de 2013, enquanto os modelos Android todos juntos somaram apenas 8,7%. Ainda mais atrás estão os tablets com Windows, com uma quota de 2,2%.

Os mesmos números mostram, contudo, que as vendas de iPad baixaram 1,3 pontos percentuais comparativamente aos 17,1% conseguidos em 2012.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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