A autoridade reguladora da aviação norte-americana (FAA) anuncia que as companhias aéreas dos Estados Unidos já não precisam de alertar os seus passageiros para o facto de o Galaxy Note 7 da Samsung, mais conhecido pelas suas baterias “incendiárias”, ser uma ameaça à segurança de quem viaja nos aviões.

A FAA explica, em comunicado, que esta decisão decorre do facto de o Departamento de Transportes (DoT) norte-americano considerar que a cobertura mediática e toda a atenção que revolveu em torno do célebre smartphone da marca sul-coreana foram suficientes para que os passageiros interiorizassem bem a mensagem: “Note 7 no avião, não”.

Assim, as companhias aéreas já não são obrigadas a chamar a proibição destes dispositivos a bordo das aeronaves.

No entanto, isto não quer dizer que o Note 7 já tenha recebido luz verde para embarcar juntamente com os seus proprietários. A FAA reitera que o banimento se mantém em vigor.

Depois de o DoT se ter pronunciado, a Samsung emitiu um comunicado em resposta, afirmando que a eliminação da obrigatoriedade do aviso pré-embarque é prova do sucesso que o programa de recolha de Note 7.

De acordo com fontes oficiais da empresa de Seul, até à data foram recuperados mais de 96% de todos os phablets vendidos em todo do mundo.

Recorde-se que, no passado mês de outubro, a Samsung oficialmente cessou a produção dos Galaxy Note 7, depois de toda a polémica das “baterias explosivas” que levou afetou a reputação da Samsung e fez cair por terra aquele que era suposto ser o dispositivo “porta-estandarte” da empresa.

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