Os números são da GfK e foram partilhados na IFA Global Press Conference, em Malta, por Jurgen Boyny, diretor global da área de eletrónica de consumo da GfK Retail and Technology.

Depois de um crescimento de apenas 0,1% em 2013 e de 0,9% em 2014, a consultora espera que a eletrónica de consumo aumente o volume de vendas em 1,5% este ano, sendo impulsionada pelos smartphones e o lançamento de mais tecnologias “smart”.

As vendas de smartphones devem atingir os 1,4 mil milhões de unidades em 2015, depois de se fixarem nos 1,23 mil milhões em 2014, e a categoria de wearables vai ter também um peso cada vez mais relevante, que cresce em 2016 para as 114 milhões de unidades.

Nas TVs é a qualidade e o tamanho que dominam, com os ecrãs acima de 50 polegadas e com qualidade 4K a crescerem consideravelmente. Em 2016 70% dos televisores vão ter alta definição apesar dos conteúdos continuarem a não estar disponíveis na quantidade desejada, sobretudo os UHD, e de não haver leitores de mesa nem discos com conteúdos em qualidade 4K.

Os ecrãs de Ultra HD já foram uma das grandes tendências da IFA em 2014 , aparecendo em versões planas ou curvas mas com destaque para a definição de 8 milhões de pixels que já se tornou obrigatória nos modelos de topo de gama e de maior dimensão.

Os serviços de conteúdos são ainda uma das peças em falta, mas as fabricantes já se aliaram à indústria de filmes para promover a produção de mais vídeos UHD e já há um formato preparado para os discos Blu-ray, sendo esperada a apresentação de novos leitores na edição de 2015 da IFA.

Basta procurar nas lojas para perceber que os televisores com qualidade Ultra HD estão a ficar mais acessíveis e o TeK fez recentemente uma ronda para validar os modelos mais baratos, com preços a partir de 400 euros , que pode revisitar na galeria abaixo.

Apesar do crescimento esperado no mercado de televisores, a concorrência de outros ecrãs é cada vez maior. Tablets, smartphones e laptops assumem-se cada vez mais como opção, e os conteúdos em streaming mudam a forma como vemos TV, explica Jurgen Boyny que deu o exemplo da filha adolescente que está a ver um programa na TV, a conversar com as amigas no tablet e ainda tem à mão o telemóvel para alguma chamada que seja necessária.


Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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