Estamos a falar de uma estrutura que, a ser tornada realidade, vai ser mais de 20 vezes mais alta do que aquele que detém atualmente o título de maior prédio do mundo, o Burj Khalifa no Dubai, com 828 metros.

Pode ter uma noção da desmesurada dimensão do elevador espacial proposto pela Thoth Technology com a infografia criada pela publicação Metro.co.uk, que reproduzimos a seguir.

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Nota: 1 milhas = 1,609344 quilómetros

 

No registo da patente, a Thoth Technology refere que o elevador espacial vai ser criado a partir de placas flexíveis, divididas em várias secções. Cada célula será pneumaticamente pressurizada.

Recorre também a pesadas rodas giroscópicas que aumentam o movimento angular da estrutura principal do elevador, por forma a estabilizar a sua orientação no espaço, atuando como compressores.

O texto refere que “a pluralidade de dispositivos de estabilização está configurada para oferecer a estabilização ativa da torre do elevador espacial recorrendo a uma estratégia de controlo de harmónica”.

O elevador vai servir, entre outras possibilidades, para transportar os astronautas até à sua base onde poderão ser recolhidos pelo veículo espacial que irá levá-los ao seu destino e posteriormente entregues, quando acabam as suas missões.

A partir da base também vai ser possível reabastecer os veículos com combustível. Além disso, a criadora do conceito estima que um lançamento pelo elevador possa gerar poupanças na ordem dos 30%,comparativamente aos foguetões, utilizados atualmente, acrescendo o facto de também ser reutilizável.

Pode também vir a funcionar como “miradouro” para o comum dos cidadãos do mundo - muito comum talvez não, porque apreciar a vista a partir da estratosfera é capaz de ter um custo não muito acessível, além de que vai ser necessário viajar até ao Canadá, onde será construído o gigantesco elevador.

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