A interseção da arte com a tecnologia é um mantra que muitas entidades perseguem – até em Portugal, como é exemplo a Morfogénese Musical. A Microsoft também decidiu fazer uma visita a este “cruzamento” e desenvolveu um cubo gigante, com uma grande componente multimédia, e que é controlado através do sensor de movimentos Kinect.



As pessoas responsáveis pelo projeto dizem que o cubo é uma tela para a expressividade corporal, como por exemplo a dança.



Dentro do cubo existem cinco computadores, cinco projetores e quatro sensores Kinect. Com esta mistura tecnológica é possível replicar, num formato digital, a pessoa que está em frente a cada uma das faces laterais do cubo.





Este é apenas mais um dos projetos que a Microsoft está a desenvolver com a ajuda do Kinect. Numa outra experiência a tecnológica norte-americana está a desenvolver jogos ligados à educação e que criam uma maior ligação entre as crianças e os conteúdos lecionados.



Mas o Kinect, como dispositivo, está a sofrer uma fase dupla dentro da empresa de Redmond. Apesar de estar a receber grande apoio em projetos laterais, a sua grande marca, associada à Xbox, está a perder alguma força.



Durante as últimas conferências de videojogos a Microsoft não tem dedicado muita atenção ao periférico, tendo inclusive decidido retirar a obrigatoriedade da Xbox One vir com Kinect, o que ajudou a libertar poder de processamento para outros programadores.


Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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