
Integrado no programa Quiet SuperSonic Technology (QueSST) da NASA, o objetivo é que o modelo experimental quebre a barreira do som, mas sem fazer o “barulho infernal” dos seus antecessores.
Ao conseguir circular a velocidades supersónicas de forma silenciosa, o X-59 QueSST poderá, dessa forma, ser autorizado a voar a baixa altitude, perto do solo, dando início a uma nova era para a aviação comercial.
Dizem que o segredo para fazer “pouco barulho” está no design muito aerodinâmico do modelo, o que provocará a menor quantidade possível de ondas de choque na superfície da aeronave, ao mesmo tempo menos intensas.
E são os contornos desse design que estão a começar a surgir a partir da legendária fábrica Skunk Work, da Lockheed Martin, em Palmdale, Califórnia, nos EUA.
“É bastante óbvio quando olhamos para ele nas instalações da fábrica. Podemos ver que há um avião a ser construído”, referiu Craig Nickol, gestor de projetos da NASA para o X-59, citado num comunicado da agência espacial norte-americana.
As primeiras partes do modelo supersónico “silencioso” chegaram em novembro de 2018, ou seja, há quase um ano, mas o processo de assemblagem só acelerou a partir do mês passado, quando ficou completa uma fase importante do projeto, conhecida como Critical Design Review (CDR).
Em dezembro próximo o processo volta a ser avaliado, mas segundo os engenheiros da Lockheed Martin, que está a construir o avião, todos os requisitos chave de rendimento do X-59 estão a ser cumpridos e o ritmo de montagem deverá aumentar.
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