As galáxias mais brilhantes do universo, como são classificadas pela agência espacial, surgem em imagens ampliadas através de um fenómeno denominado lente gravitacional, mostrando um emaranhado de efeitos disformes espetaculares, entre reflexos, anéis e arcos.
As formas singulares devem-se em grande parte à forte gravidade das galáxias de primeiro plano, que distorcem as imagens das galáxias de fundo. Os “efeitos” inusitados também podem ter sido provocados por colisões espetaculares entre galáxias distantes e massivas numa espécie de competição cósmica, refere a NASA.
“Atingimos o jackpot das lentes gravitacionais”, refere o investigador norte-americano James Lowenthal, do Smith College em Northampton, Massachusetts, citado pela agência espacial. “Estas galáxias ultra luminosas, massivas, são muito raras”.
O responsável pela equipa de observação explica que as lentes gravitacionais ampliam as galáxias de forma a ser possível ver pequenos detalhes de outra forma inimagináveis. “Podemos ver pormenores tão ínfimos como se estivéssemos a 100 anos-luz ou menos. Queremos entender o que está a alimentar estes monstros e as lentes gravitacionais permitem-nos estudá-los com grande detalhe”.
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