Ao nível da exploração espacial é difícil não reconhecer a sonda Rosetta e a acometagem do Philae no cometa 67P – além do grande feito de engenharia, foi também uma grande conquista para a investigação no geral. O projeto pode não estar a correr como previsto atualmente, mas da História já não podem ser apagados.



A Agência Espacial Europeia (ESA na sigla em inglês) rouba assim o protagonismo do ano aos norte-americanos da NASA. Mas do outro lado do Atlântico também foram feitas conquistas importantes.



O ano ficou marcado sobretudo pelas pequenas conquistas que a organização conseguiu tendo em vista o envio de uma missão tripulada para Marte: como a operação de recuperação da Orion e o primeiro teste de voo bem sucedido.



Mas também a sonda MAVEN, os passeios dos astronautas na Estação Espacial Internacional (ISS na sigla em inglês), a selfie da Terra, os 24 anos do telescópio Hubble e os 45 anos da missão Apollo 11, atè às tecnologias que podem ajudar a diminuir o número de voos com atraso nos aeroportos.





E a inovação não para. Recentemente foi revelado um plano que a NASA tem para colocar humanos na atmosfera habitável do planeta Vénus, aquele que será provavelmente o próximo grande destino após a exploração marciana.



Os interessados podem ainda recuperar o ano em revista através do Twitter, Facebook, Google e Wikipédia.



Nota de redação: Corrigida uma gralha por indicação de um leitor


Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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