O projeto apoiado pela Agência Espacial Europeia teve início em novembro e prevê o desenvolvimento e teste funcional de um sistema de proteção que vai desempenhar funções estruturais e térmicas e simplificar o processo de reentrada na Terra de cápsulas espaciais.



"Neste sistema serão combinadas: a capacidade de absorção de energia de impacto na aterragem e também a capacidade de suster as cargas térmicas geradas durante a reentrada na atmosfera terrestre", detalha a Critical numa nota de imprensa.



A empresa explica ainda que "a solução combinada de ambas as características permite uma solução de elevado desempenho aliada a simplificações significativas nos módulos de reentrada, diminuindo o seu custo e aumentando a sua fiabilidade". Uma das curiosidades da solução está na elevada incorporação de cortiça que já era usada no sector aeroespacial, mas que assim vê a sua utilização nesta área estendida.



A Critical Materials está neste consórcio com a ACC -Amorim Cork Composites, o Polo de Inovação em Engenharia de Polímeros (PIEP) e o Instituto de Soldadura e Qualidade.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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