A Google vai impedir que o navegador de Internet Chrome para Windows possa ter instaladas extensões que não estejam na loja de aplicações do browser. A gigante norte-americana garante que esta é a única forma de impedir o crescimento do malware para o navegador.

À semelhança do que acontece por exemplo nos sistemas operativos móveis, a instalação de software que não vem da lojas oficiais das empresas acarreta riscos de segurança. O mesmo é valido para os browsers e a tecnológica norte-americana garante receber muitas queixas dos utilizadores Windows.

A própria empresa admite em comunicado que a medida é "forte", mas diz também que é a única maneira de limitar a instalação de malware e de proteger os utilizadores.

A gigante dos motores de busca convida ainda os programadores que não têm aplicações na loja oficial do navegador a migrarem os software para lá.

Existem vários add-ons que não são permitidos na Chrome Web Store, mas que acabam por ser bastante utilizados e procurados pelos utilizadores. Os casos mais conhecidos são os plug-ins que permitem fazer o download de vídeos do YouTube diretamente a partir do serviço e em vários formatos de qualidade. As extensões relacionadas com as redes sociais também são bastante comuns.

Como tal já existem vários utilizadores a queixarem-se da medida anunciada e muitos apontam o Firefox como o destino mais provável. O browser da Mozilla é conhecido pela grande base de extras que tem disponíveis.

Até agora a Google permitia a instalação de plug-ins que não existissem na Chrome Web Store, através de instalação paralela. A partir de janeiro de 2014 isso já não vai ser possível.


Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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