Esteve tremida a continuação do fornecimento do portátil Magalhães para o projecto educativo de Hugo Chávez, mas depois de muita negociação, que envolvia vários projectos portugueses, a comitiva liderada por José Sócrates conseguiu fechar com sucesso 19 acordos, entre os quais se conta o fornecimento de mais 520 mil Magalhães.

Os computadores devem chegar à Venezuela até Setembro, mesmo a tempo da campanha eleitoral para as eleições parlamentares e o negócios está avaliado em 102 milhões de euros.

Estes 520 mil portáteis vão juntar-se aos 350 mil que já haviam sido entregues na Venezuela para integrar o projecto educativo de Hugo Chavez, onde o Magalhães assume o nome de Canaima e suporta software 100 por cento costumizado no país, a partir de uma distribuição Linux.

Mesmo assim a J.P. Sá Couto não chega à meta prevista de 1 milhão de equipamentos a entregar naquele país, como tinha sido anunciado ainda em 2008.

A construção de uma fábrica da J.P. Sá Couto na Venezuela não ficou afastada, mas só deverá avançar mais tarde.

A comitiva portuguesa assinou em Caracas um total de 19 acordos e memorandos para investimentos no valor de 1.500 milhões de euros. Alguns dos acordos são sobre os mesmo negócios que já tinham sido anunciados há dois anos, quando José Sócrates esteve também na capital venezuelana.

Dado que a concretização dos investimentos tem sido mais difícil do que era esperado, esta nova visita pretendeu desbloquear a sua concretização.

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