Os números são do Eurobarómetro e foram divulgados a par do Dia das Mulheres nas TIC, comemorado todos os anos na quarta quinta-feira do mês de abril, ou seja hoje, dia 27, pela ITU, a agência das Nações Unidas para a área das telecomunicações e tecnologias da informação e comunicação.

Os dados fornecidos por Bruxelas apontam para uma média comunitária de 17% de mulheres inscritas em cursos relacionados com a área das tecnologias, mas com diferenças significativas entre os países da EU.

As variações de nível vão desde os menos de 10% da Holanda (6%), Luxemburgo (8%) e Eslovénia (10%) aos mais de 30% conseguidos pela Bulgária (34%), Bélgica (33%) e Grécia (31%). Portugal está abaixo da média europeia, com 14%.

O padrão é idêntico no mercado laboral. Existem perto de oito milhões de pessoas empregadas na União Europeia como especialistas TIC, mas mais uma vez com predominância dos homens. Os números mostram que as mulheres perfazem apenas 1,2 milhões do total, ou 16,1%.

Portugal neste caso aproxima-se mais da média europeia, com 15,3%. Entre os piores resultados estão países como a Republica Checa, a Eslováquia e a Hungria, com menos de 12%. Entre os melhores aparecem a Bulgária (27,7%), a Roménia (27,2%) e a Letónia (24,7%). 

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