A Novell apresentou hoje em Portugal as novas versões do sistema operativo, o SUSE Linux Enterprise Server e o SUSE Enterpreise Desktop, que se assumem como alternativa à oferta da Microsoft. Nas novas versões a Novell volta a apostar no preço, suporte técnico e benefícios adicionais de subscrição como principais trunfos.



A versão para desktop introduz um ambiente de trabalho mais apelativo e intuitivo que facilita o acesso aos vários tipos de conteúdo, nomeadamente através do Beagle, o programa de busca do sistema operativo, que permite pesquisar conteúdos em email, anexos, páginas de Web visitadas, entre outros. As soluções de mobilidade e a simplificação dos sistemas de ligação a periféricos são mais algumas das capacidades que a Novell incluiu neste produto.



O SLED inclui também o OpenOffice.org 2.0, a versão open source do pacote de produtividade, o F-Spot, que faz a gestão de imagens, o RealPlayer ou ainda o Adobe Reader.



A versão para servidor aposta na escalabiliade, oferece maior capacidade de armazenamento e funcionalidades de segurança reforçadas com firewalls, protecção antivírus e mecanismos de defesa proactivos, sublinhou a empresa em conferência de imprensa. De acordo com a Novell, este produto permite um corte nos custos em infra-estruturas até 70 por cento.



O SUSE Linux Enterprise Server integra a tecnologia Xen hypervisor assim como outras funcionalidades capazes de suportar o funcionamento de diversas máquinas virtuais.



Este produto é o primeiro da linha Enterprise a possuir suporte completo para Xen 3.0, virtualização nas arquitecturas x86 de 32 e 64-bit, Intel VT e AMD-V.



A Novell fortalece a área de segurança de ambos os produto incluindo-lhes a aplicação AppArmor, que para além de criar uma firewall de protecção em cada programa Linux permite a autenticação dos utilizadores e controlo de acesso, entre outras funcionalidades.



A subscrição destes produtos divide-se em três níveis e prevê o suporte técnico e actualizações. O suporte básico para a versão de servidor varia entre os 290 e os 725 euros, em contratos de um e de três anos, respectivamente, para non-mainframe. Para mainframe o custo varia entre 9,66 mil euros e 24,9 mil euros em contratos com igual duração.



O suporte standard prevê custos de 664 euros para contratos de um ano e de 1,66 mil euros para contratos de três, em non-mainframe, e de 12,45 e 31,125 mil euros para mainframe.



Os contractos de um ano em suporte prioritário para non-mainframe têm um custo associado de 1,245 mil euros, enquanto que o acordo de três anos custará 3,113 mil euros. Por outro lado, em mainframe, os contractos prioritários têm um custo que varia entre os 14,960 e os 37,350 mil euros, para contratos de um e de três anos, respectivamente.



As subscrições da versão para desktop variam entre os 47 euros, para o contrato de um ano, e 116 euros para o contrato de três.

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