O olhar do visionário sul-africano está “colado” ao Espaço. A par dos seus planos para colonizar Marte nos anos 30 deste século, Elon Musk quer criar uma rede composta por 4.425 satélites que envolva o mundo. O objetivo deste empreendimento hercúleo é fornecer internet de alta-velocidade a uma escala global.
O CEO da SpaceX tem este plano em mente desde 2015, altura em que se explicou que este era um projeto que levaria cerca de cinco anos a ser concretizado e que custaria pelo menos 10 mil milhões de dólares.
Esta rede de satélites pode não limitar a sua utilidade à emissão de internet. Segundo o TechCrunch, pode também apoiar os esforços de Musk, também CEO da fabricante automóvel Tesla, no desenvolvimento de carros autónomos, através de serviços de geolocalização e de informação.
Cada satélite desta “constelação” da SpaceX deve pesar 386 quilogramas e ter o tamanho de um Mini Cooper, avança o Business Insider. Além disso, sabe-se também que deverão orbitar entre os 1.150 e os 1.275 quilómetros de distância da superfície terrestre.
Ainda, e em linha com as aspirações da SpaceX, cada um destes satélites terá a capacidade para cobrir um raio de 2.120 quilómetros.
A proposta foi submetida à FCC, a entidade reguladora das comunicações norte-americanas, no passado dia 15 de novembro. A SpaceX aguarda agora o aval do regulador para poder avançar com o projeto.
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