Os dados são do Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação nas Famílias, do Instituto Nacional de Estatística, e revelam igualmente que a percentagem de cidadãos que contactaram com organismos públicos aumenta para 58,4% se considerada apenas a comunidade de internautas.

Neste indicador, 22,1% utilizaram apenas esta forma de contacto, enquanto 36,3% usou também outros meios ao dispor. Entre os internautas, apenas 13% usou outros meios que não a Web para contactar com estes organismos.

Relativamente ao objetivo de utilização em causa, a declaração de rendimentos destaca-se largamente (68,9%). Surgem, por ordem, o requerimento de prestações da Segurança Social (16,2%) e a solicitação de documentos pessoais ou certidões (14,1%).

De todas as finalidades do contacto online, a obtenção de informação é a mais referida 53,7%, seguida do preenchimento e envio de formulários (41,6%) pelo download de impressos ou formulários (32,6%).

Cerca de metade das pessoas que contactaram organismos da administração pública através da Internet afirmam ter tido problemas nessa utilização, nomeadamente falhas técnicas (34,9%) ou informação insuficiente, pouco clara ou desatualizada (28,7%).

Abrangendo os 12 últimos meses, o inquérito do INE revela ainda que 66,7% dos agregados familiares residentes em Portugal têm computador em casa e 62,3% têm acesso à Internet.

Entre as famílias, 61,6% dos acessos à Internet fazem-se através de ligações de banda larga.

A ligação por cabo é a mais referida (43,8%). Destacam-se também as ligações através da rede móvel, seja através de pen com ligação USB (30,2%) ou através de telemóvel ou smartphone (28,8%), e a DSL, com 27%.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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