Os clientes do Facebook são o alvo de uma nova tentativa de ataque. O esquema, divulgado num alerta da McAfee, tem como objectivo capturar dados pessoais e de acesso a contas bancárias ou outros serviços online.



A forma como actua é por via de uma mensagem de correio electrónica, enviada aos utilizadores, informando-os de que as suas senhas de acesso à rede social foram alteradas. Para ter acesso às novas credenciais terão de abrir um ficheiro anexo à mensagem.


Se o destinatário da mensagem o fizer instalará no PC vários programas indesejados, incluindo um desenhado para roubar dados, nomeadamente senhas pessoais.

Citado pela imprensa internacional Dave Marcus, da McAfee, teme que o ataque venha a conseguir resultados com alguma expressão tendo em conta o elevado número de utilizadores do Facebook. Com cerca de 400 milhões de clientes activos, o Facebook é a mais importante rede social da actualidade. Se o ataque for bem sucedido apenas em 10 por cento dos seus utilizadores já serão 40 milhões os afectados pelo esquema.


O Facebook não comenta o caso concreto, mas um porta-voz da empresa remete para informação já publicada sobre o tema, onde adverte os utilizadores para os perigos das mensagens falsas e recomenda que qualquer mensagem suspeita seja apagada.
A expressão do Facebook tornou-o um dos destinatários favoritos dos burlões informáticos e o número de tentativas para usar o serviço e outros igualmente populares tem-se tornado cada vez mais relevante.


Em actuação continua também o Koobface, um worm que já tinha sido detectado pelas empresas de segurança e considerado extremamente perigoso. Os laboratórios da Kaspersky avisam os utilizadores do Facebook e do Twitter, principais visados por mais este esforço de controlo de PCs dos utilizadores que circulam por estes serviços sociais.



O Kooface infecta sites legítimos para que actuem como proxies para o seu principal servidor de comando e controlo. O número de servidores que os computadores infectados com o Koobface usam para obter comandos e actualizações remotos tem-se mantido na centena, com alguma variações.



Nota da Redacção: Foi corrigida uma gralha na palavra variações e também no transcrição da citação onde se faz o cálculo do número de clientes do Facebook que poderia ser afectado por este esquema. Lamentamos o erro e pedimos desculpa aos leitores.

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